Soluções que unemimpacto social e ambiental
Atuamos na construção de estratégias sustentáveis que fortalecem comunidades, instituições e territórios.






Nossa Essência
Conheça os princípios que orientam nosso trabalho e nosso impacto nas comunidades.
Promover a profissionalização empreendedora por meio de técnicas participativas inovadoras, fortalecendo iniciativas que contribuam para a melhoria da qualidade de vida nas comunidades rurais e urbanas.
Ter excelência no atendimento profissional e contínuo, promovendo a troca de conhecimentos e fortalecendo iniciativas socioambientais que contribuam para a melhoria da qualidade de vida nas comunidades rurais e urbanas.
Ética, Inovação, Compromisso, Excelência, Responsabilidade Socioambiental, Competência Técnica, Articulação e Colaboração.
O trabalho em imagens
Rios, territórios e comunidades acompanhados de perto — o registro visual da nossa atuação socioambiental no Acre.
Nossos Serviços
Serviços especializados que fortalecem instituições, territórios e comunidades por meio de metodologias participativas e inovadoras.
Apoiamos organizações na construção de rotinas eficientes e na qualificação de processos estratégicos, de modo a ampliar capacidades e resultados.
- Apoiamos organizações na construção de rotinas eficientes e na qualificação de processos estratégicos, de modo a ampliar capacidades e resultados.
- Orientação e elaboração de projetos socioambientais alinhados a editais e demandas específicas.
- Facilitação de processos de planejamento para instituições públicas e privadas
- Organização e mobilização de eventos técnicos, institucionais e comunitários.
Desenvolvemos soluções técnicas que integram conservação ambiental, produção sustentável e conhecimentos comunitários, fortalecendo práticas territoriais.
- Desenvolvemos soluções técnicas que integram conservação ambiental, produção sustentável e conhecimentos comunitários, fortalecendo práticas territoriais.
- Desenvolvimento de metodologias de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) adequada a diferentes realidades socioculturais.
- Elaboração de Planos de Manejo Integrado de Micro bacias Hidrográficas, com foco em conservação hídrica e uso sustentável do solo.
- Planejamento e execução de Planos de Recuperação de Nascentes, incluindo diagnóstico ambiental, recomposição florestal e estratégias de monitoramento.
Qualificamos a comunicação técnica e institucional, garantindo rigor metodológico e clareza nos documentos produzidos.
- Padronização de relatórios, notas técnicas e documentos institucionais
- Adequação de publicações a normas e critérios metodológicos
Nossos Pilares
Os três eixos que sustentam e direcionam toda a nossa atuação técnica.
Territórios e Florestas
Conecta conservação, povos, uso sustentável do solo e atuação territorial, promovendo a integração entre desenvolvimento humano e preservação ambiental.
Água e Sustentabilidade
Dialoga diretamente com micro bacias, nascentes, manejo hídrico e produção sustentável, garantindo a conservação hídrica como pilar do desenvolvimento.
Governança Socioambiental
Traz o diferencial da Visão: planejamento, fortalecimento institucional, assessoria e método para territórios e comunidades.
Nossos Trabalhos
Projetos que demonstram nossa capacidade de transformar desafios socioambientais em resultados concretos para comunidades e instituições.
Diagnóstico SocioeconômicoDiagnóstico Participativo para Tomada de Decisão Territorial
Diagnóstico Socioeconômico das comunidades do Vale do Juruá, Tarauacá (AC), cobrindo ~149 mil hectares com 109 entrevistas em quatro recortes territoriais.
- 109 entrevistas semiestruturadas em quatro recortes territoriais
- Levantamento em áreas dos rios Acuraua, Gregório, Tauari e BR-364
Governança TerritorialSistema de Governança Participativa
Construção de sistema de governança e fortalecimento de colegiados comunitários no Projeto REDD+ Tauari (abril/2023 – maio/2025).
- Estruturação de governança e fortalecimento de colegiados comunitários
- Mobilização e organização de reuniões com planejamento, logística e atas
Assessoria TécnicaFortalecimento Institucional
Assessoria técnica especializada à Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas do Acre (SEPI/AC) com apoio do Environmental Defense Fund (EDF), em 2024.
- Suporte técnico para gestão e supervisão de iniciativas para povos indígenas
- Apoio à implementação de PGTAs e orientação técnica para editais
Governança ClimáticaOrganização e Mobilização de Eventos
Fortalecimento da governança climática e participação social no Acre, com 133 participantes representando 6 municípios (março–maio/2025).
- 133 participantes de 6 municípios do Acre
- Consultas e oficinas regionais com lideranças indígenas
Planejamento InstitucionalPlanejamento Participativo — SEPI 2025
Consultoria técnica e apoio metodológico ao Planejamento Anual 2025 da SEPI/AC, conduzido de forma participativa em Rio Branco (março/2025).
- Gestão institucional e governança interna com visão integrada entre áreas
- Mapeamento de fluxos de comunicação e identificação de gargalos
Monitoramento & AvaliaçãoMonitoramento Participativo — Gestão Territorial
Oficina de Monitoramento para Termos de Fomento da SEPI/AC, fortalecendo competências técnicas e cultura de monitoramento contínuo (junho/2025).
- Padronização de instrumentos e rotinas de monitoramento e coleta de evidências
- Reforço da atuação intercultural e respeitosa em territórios indígenas
Terras Monitoradas
Áreas demarcadas e territórios tradicionais acompanhados pelo nosso trabalho de monitoramento e gestão socioambiental.
TI NUKINÍ
A Terra Indígena Nukini situa-se no estado do Acre, no extremo sudoeste da Amazônia brasileira, no município de Mâncio Lima, em uma região de fronteira internacional com o Peru e a Bolívia. Na porção oeste do estado destaca-se a Serra do Divisor, formação geológica vinculada à serra peruana de Contamana, onde se localiza o ponto de maior altitude do Acre, atingindo aproximadamente 600 metros. A dinâmica hidrográfica regional é estruturada pelas bacias dos rios Juruá e Purus, ambos afluentes da margem direita do rio Solimões. A bacia do Juruá, com aproximadamente 250.000 km², caracteriza-se por uma densa rede de drenagem e elevada sinuosidade de seus cursos d’água, reunindo importantes afluentes em ambas as margens. Nesse contexto, a Terra Indígena Nukini insere-se na margem esquerda do rio Moa, em área de elevada relevância ecológica e forte interdependência entre sistemas fluviais e modos de vida locais. A Terra Indígena Nukini integra um contínuo territorial estratégico de conservação, sendo contígua ao Parque Nacional da Serra do Divisor (PNSD), unidade de conservação criada pelo Decreto nº 97.839, de 16 de junho de 1989, atualmente sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O acesso ao território ocorre predominantemente por via fluvial, com tempo médio de deslocamento estimado entre seis e oito horas, a depender das condições de navegabilidade. Do ponto de vista jurídico administrativo, a Terra Indígena Nukini foi homologada pelo Decreto nº 400, de 24 de dezembro de 1991, com publicação no mesmo mês, e registrada em 1997, abrangendo uma área de 27.264 hectares. A demarcação territorial constituiu um marco fundamental para a garantia dos direitos territoriais e para a proteção dos sistemas socioculturais do povo Nukini, assegurando as bases materiais e simbólicas de sua reprodução social. Referencias CORREIA, Cloude de Souza. Nukini. Povos Indígenas no Brasil. ISA. 2005. Disponível em: HTTPS://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Nukini. Acesso em 05 de dez. 2024. FREITAS, Renata Duarte de Oliveira. Aldeia Isã Vakevu, do povo originário Nukini: um sítio natural sagrado no coração do Juruá. 2024. Tese (Doutorado em Direito, Estado e Constituição) – Universidade de Brasília, Brasília, 2024.
Ver terraTI PUYANAUWA
A Terra Indígena Puyanawa, também grafada como Poyanawa, localiza-se no município de Mâncio Lima, no estado do Acre. O território foi oficialmente homologado no ano de 2001 e abrange uma área aproximada de 27 mil hectares, sendo habitado pelo povo Puyanawa, pertencente à família linguística Pano. As principais aldeias do território são Barão e Ipiranga. O povo Puyanawa é amplamente reconhecido por seu consistente processo de fortalecimento e revitalização cultural e espiritual, especialmente após um longo período de exploração nos antigos seringais, que impactou significativamente sua língua, organização social e práticas tradicionais. Atualmente, destaca-se pelo resgate de saberes ancestrais, pela reafirmação identitária e pela valorização de suas expressões culturais. Entre as principais iniciativas culturais, destaca-se o Festival Atsá, considerado um dos mais importantes eventos da região. O festival reúne celebrações tradicionais, práticas espirituais e intercâmbio de conhecimentos, fortalecendo a identidade cultural e promovendo a visibilidade do povo Puyanawa. Referências INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL. Terra Indígena Puyanawa. Disponível em: https://ti.socioambiental.org. Acesso em: 25 mar. 2026. FUNDAÇÃO NACIONAL DOS POVOS INDÍGENAS. Terras Indígenas no Brasil. Disponível em: https://www.gov.br/funai. Acesso em: 25 mar. 2026. INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL. Puyanawa. Povos Indígenas no Brasil. Disponível em: https://pib.socioambiental.org. Acesso em: 25 mar. 2026. AGÊNCIA BRASIL. Festival Atsá valoriza cultura do povo Puyanawa no Acre. 2023. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br. Acesso em: 25 mar. 2026.
Ver terraTI IGARAPÉ DO CAUCHO
A Terra Indígena Igarapé do Caucho, situada no município de Tarauacá, no estado do Acre, possui aproximadamente 12 mil hectares e é habitada pelo povo Huni Kuin (Kaxinawá), pertencente à família linguística Pano (ISA, 2026; IBGE, 2022). Demarcada há cerca de quatro décadas, a TI abriga uma população estimada em aproximadamente 187 famílias, totalizando cerca de 852 pessoas — número que pode variar conforme as fontes e períodos de levantamento (ISA, 2026; IBGE, 2022). Localizada na região do rio Muru, a Terra Indígena Igarapé do Caucho integra o conjunto de territórios tradicionalmente ocupados pelo povo Huni Kuin no Acre, destacando-se pela forte organização sociocultural e pelo protagonismo na gestão de seu território (ISA, 2026). Referências INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL. Terra Indígena Igarapé do Caucho. Disponível em: https://ti.socioambiental.org/pt-br/terras-indigenas/3685. Acesso em: 25 mar. 2026. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Demográfico 2022: Indígenas – primeiros resultados. Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Disponível em: https://www.ibge.gov.br. Acesso em: 25 mar. 2026.
Ver terraTI COLÔNIA 27
A Terra Indígena Colônia 27, localizada no município de Tarauacá, no estado do Acre, é habitada pelo povo Huni Kuin (Kaxinawá), pertencente à família linguística Pano (ISA, 2026; LAGROU, 2013). A organização social no território é fortalecida pela atuação da OAKAT27 – Organização dos Agricultores Kaxinawá da Terra Indígena Colônia 27, que desempenha papel central na coordenação das atividades produtivas, mobilização comunitária e articulação com parceiros institucionais. Inserida em uma região de influência da BR-364, a Terra Indígena Colônia 27 vivencia dinâmicas territoriais associadas ao acesso, circulação e pressões externas. A Terra Indígena Colônia 27 configura-se, assim, como uma experiência relevante de gestão territorial indígena no Acre, integrando práticas produtivas sustentáveis, organização social e defesa dos modos de vida tradicionais. Referências INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL. Terras Indígenas no Brasil. Disponível em: https://ti.socioambiental.org. Acesso em: 25 mar. 2026. INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL. Huni Kuin (Kaxinawá). Povos Indígenas no Brasil. Disponível em: https://pib.socioambiental.org. Acesso em: 25 mar. 2026. LAGROU, Els. A fluidez da forma: arte, alteridade e agência em uma sociedade amazônica (Kaxinawá, Acre). Rio de Janeiro: Topbooks, 2013.
Ver terraTI ARARA DO IGARAPÉ HUMAITÁ
A Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá está localizada no município de Porto Walter, no estado do Acre, na região do Alto Juruá, constituindo o principal território de moradia do povo Arara, autodenominado Shawãdawa, pertencente à família linguística Pano. Com aproximadamente 86.700 hectares, o território é formado por aldeias e comunidades que mantêm forte relação com os rios, igarapés, florestas, roçados, sistemas agroflorestais, práticas culturais e conhecimentos tradicionais. Nesse contexto, a Terra Indígena representa um espaço essencial para a reprodução sociocultural do povo Shawãdawa, bem como para o fortalecimento da gestão territorial, da segurança alimentar, da valorização da língua, da cultura e da proteção dos recursos naturais (PILNIK, 2021). PILNIK, Málika Simis. Relatório de Revisão do Plano de Gestão Territorial e Ambiental da Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá (Produto 01). Consultoria individual. Contrato nº 007/2021 – SEMA/AC. Cruzeiro do Sul, Acre, fevereiro de 2021.
Ver terraTERRA INDÍGENA ALTO RIO TARAUACÁ SERINGAL INDEPENDÊNCIA
A Terra Indígena Alto Tarauacá, localizada na Amazônia Legal, possui 142.600 hectares e situa-se no vale do Alto Juruá, no sudoeste do Acre, próxima à fronteira com o Peru. É habitada por diversos grupos indígenas isolados, de etnias ainda não identificadas, possivelmente pertencentes aos troncos jaminawá-pano ou aruák. Esses grupos são conhecidos de forma genérica como Isolados do Alto Tarauacá e tinham, em 1998, uma população estimada em cerca de 600 pessoas. (Fonte: Wikipedia)
Ver terra
TI KAXINAWA DO ALTO RIO JORDÃO
A Terra Indígena Kaxinawá do Alto Rio Jordão, localiza-se principalmente no município de Jordão, no Acre. Homologada em 1991, possui aproximadamente 90 mil hectares e é habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá), pertencente à família linguística Pano. O território integra a bacia do rio Juruá e é coberto por floresta amazônica, onde as comunidades mantêm práticas tradicionais de agricultura, manejo dos recursos naturais, artesanato e valorização cultural. Segundo o Censo de 2022, a TI possui 2.220 habitantes. Fonte: Terras Indígenas no Brasil/ISA
Ver terraCAMPINA/KATUKINA
A Terra Indígena Campinas/Katukina está localizada na região de Cruzeiro do Sul, no Acre, próxima à divisa com o Amazonas e às margens do rio Campinas. O território possui aproximadamente 32,6 mil hectares e é habitado pelo povo Noke Koĩ, também conhecido como Katukina, pertencente à família linguística Pano. A área é atravessada pela BR-364, o que facilita o acesso às aldeias, mas também gera desafios relacionados à proteção territorial, à circulação de pessoas e à pressão sobre os recursos naturais. As comunidades mantêm atividades tradicionais como agricultura, caça, pesca, coleta, produção de artesanato e práticas culturais e espirituais. O território é formado por diversas aldeias e possui forte organização comunitária voltada à preservação da cultura, da língua, dos conhecimentos tradicionais e da floresta. Fonte: INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL – ISA. Katukina Pano. Povos Indígenas no Brasil. Verbete de Edilene Coffaci de Lima, atualizado em 2009. Disponível em: Povos Indígenas no Brasil. Acesso em: 17 ago. 2026. PREFEITURA MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL. Povo indígena Noke Koĩ comemora 39 anos com cada vez maior presença e apoio da Prefeitura. Cruzeiro do Sul, 1º ago. 2023. Disponível em: Prefeitura de Cruzeiro do Sul. Acesso em: 17 ago. 2026.
Ver terra
Uma empresa movida por propósito socioambiental
A Visão Socioambiental atua na área socioambiental por meio de consultoria técnica especializada, oferecendo serviços a profissionais, instituições públicas e organizações privadas.
Nosso propósito é fortalecer competências, aprimorar desempenhos e qualificar práticas técnicas, contribuindo para a melhoria e a efetividade das ações desenvolvidas em contextos urbanos e rurais, com foco na sustentabilidade e na gestão responsável dos territórios.
Nossos eixos de atuação
Aldeias Monitoradas
Comunidades indígenas acompanhadas pelo nosso trabalho socioambiental, com registros de território, lideranças e contexto local.
Aldeia Vaka Visu
Ver aldeiaAldeia Kâpu
A aldeia Kãpu integra o Território Indígena Nukini, localizada no município de Mâncio Lima, no estado do Acre. A aldeia é composta por aproximadamente 23 famílias, cuja organização social está baseada nos vínculos comunitários e nas práticas tradicionais do povo Nukini. A dinâmica local é fortemente relacionada ao uso sustentável dos recursos naturais, com atividades voltadas à agricultura de subsistência, pesca e coleta, além da produção de artesanato. A vida na aldeia mantém estreita relação com o território, refletindo conhecimentos tradicionais associados ao manejo da floresta, à conservação ambiental e à reprodução sociocultural do grupo.
Ver aldeiaAldeia Panã
A Aldeia Panã é uma comunidade indígena localizada na região do Rio Moa, no Acre, sendo um local de encontro para lideranças locais, conforme registrado em redes sociais. A área é marcada por atividades de assembleia, fortalecimento cultural e vivência tradicional, com destaque para a presença do povo Yawanawá na região.
Ver aldeiaRAIMUNDO DO VALE
A Aldeia Raimundo do Vale está localizada na Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá, no município de Porto Walter, Acre, território tradicional do povo Arara/Shawãdawa. O acesso ocorre pelo Igarapé Humaitá, também conhecido localmente como Cruzeiro do Vale. A aldeia constitui um importante espaço de moradia, organização social, fortalecimento cultural e gestão territorial, mantendo forte relação com a floresta, os rios, os roçados, os sistemas agroflorestais, os conhecimentos tradicionais e as práticas produtivas locais. Nesse contexto, contribui para a segurança alimentar, a transmissão cultural e a valorização do modo de vida do povo Shawãdawa. PILNIK, Málika Simis. Relatório de Revisão do Plano de Gestão Territorial e Ambiental da Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá: Produto 01. Cruzeiro do Sul, AC: SEMA/AC, 2021.
Ver aldeiaAldeia Mãe Bena
Ver aldeiaAldeia Altamira Niyuxilsu
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AcreFlor da Mata
A Aldeia Flor da Mata é uma comunidade pertencente ao povo Huni Kuin (Kaxinawá), localizada na região do Alto Rio Tarauacá. A comunidade está inserida na área da Terra Indígena Kaxinawá do Seringal Independência, próxima ao município de Jordão, no estado do Acre.
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AcreYube Tuwebena
A Aldeia Yube Tuwebena está localizada na região do Alto Rio Jordão, na Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, município de Jordão, Acre. É habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá), que mantém uma forte relação com a floresta e o rio, preservando sua língua, seus conhecimentos tradicionais, suas práticas culturais e seus modos próprios de organização. As famílias desenvolvem atividades como agricultura, pesca, caça, extrativismo e produção de artesanato.
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AcreBelo Monte
A Aldeia Belo Monte está localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, na região do alto rio Jordão, município de Jordão, Acre. Habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá), a comunidade mantém sua organização social, conhecimentos tradicionais e práticas de produção agroecológica, com valorização e conservação de sementes tradicionais. O acesso ocorre principalmente por via fluvial. A aldeia possui a Escola Indígena Belo Monte, que oferece Ensino Fundamental do 1º ao 9º ano, em período diurno. A cultura, a língua Hãtxa Kuĩ e a relação com a floresta e o rio são elementos fundamentais da vida comunitária
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AcreBom Futuro
A Aldeia Bom Futuro é do povo Huni Kuĩ (Kaxinawá), localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Alto Rio Jordão, no município de Jordão, Acre. A aldeia mantém uma relação direta com a floresta e desenvolve atividades tradicionais voltadas à subsistência e à gestão sustentável do território. Em 2024, seus plantios agroflorestais foram objeto de mapeamento pela Comissão Pró-Indígenas do Acre, demonstrando a presença e a importância dos sistemas agroflorestais para a produção de alimentos, a conservação ambiental e o fortalecimento da autonomia comunitária. A aldeia também possui a Escola Indígena São José, que atende à educação escolar da comunidade. Sua história está relacionada à ocupação tradicional Huni Kuĩ e ao período de exploração da borracha no rio Jordão.
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AcreFlor da Floresta
A Aldeia Flor da Floresta, situada na região do Alto Rio Jordão, integra a Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, no município de Jordão, Acre. Habitada pelo povo Huni Kuĩ, a aldeia se destaca pela organização de seus espaços produtivos, com roçados e sistemas agroflorestais destinados à alimentação das famílias e à conservação da diversidade de espécies. A comunidade possui a Escola Indígena Bíblia Sagrada, da rede municipal, que oferece o ensino fundamental. Dessa forma, a aldeia reúne produção, educação escolar indígena e conhecimentos tradicionais na manutenção do modo de vida Huni Kuĩ. Fontes: Comissão Pró-Indígenas do Acre e cadastro da Escola Indígena Bíblia Sagrada
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AcreIgarapé Macedo
A Aldeia Igarapé Macedo está localizada na porção mais alta da Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, no município de Jordão, Acre, sendo identificada pelo próprio Povo como a última aldeia no curso do rio Jordão. É habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá), que mantém uma relação direta com a floresta, os rios e os recursos naturais do território. Desenvolve plantios tradicionais e sistemas agroflorestais voltados à alimentação e à conservação da diversidade agrícola. Também preserva conhecimentos, cantos, danças e práticas culturais Huni Kuĩ, incluindo celebrações tradicionais como o Katxanawa e o Nixpupima, cerimônia de batismo das crianças. O acesso ocorre principalmente por via fluvial, característica que reforça o relativo isolamento da aldeia e a importância do rio para a mobilidade e a vida comunitária.
Ver aldeiaVari Isko
A Aldeia Vari Isko integra a Terra Indígena Campinas/Katukina, no município de Cruzeiro do Sul, Acre, e é habitada pelo povo Noke Koĩ, pertencente à família linguística Pano. Localizada às margens da BR-364, a comunidade mantém vivas suas tradições por meio dos cantos, das danças, das pinturas corporais, do artesanato, das rodas de saberes, da espiritualidade e do uso tradicional das medicinas da floresta. A aldeia também promove encontros e celebrações culturais abertos à visitação, contribuindo para a valorização e a transmissão dos conhecimentos ancestrais Noke Koĩ, além de fortalecer o diálogo com a sociedade não indígena. Fonte: IBGE. Censo Demográfico 2022 — Aldeia Indígena Vari Isko, TI Campinas/Katukina. PREFEITURA MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL. Prefeitura celebra o Dia Internacional dos Povos Indígenas em parceria com os Noke Koĩ. 16 abr. 2025
Ver aldeiaVari Pe’o
A Aldeia Vari Pe’o integra a Terra Indígena Campinas/Katukina, localizada no município de Cruzeiro do Sul, no Acre, às margens da BR-364. A aldeia é habitada pelo povo Noke Ko’í, também conhecido como Katukina, pertencente à família linguística Pano. Sua população mantém práticas culturais relacionadas à língua tradicional, aos cantos, às pinturas corporais, ao artesanato, à espiritualidade e ao uso dos conhecimentos indígenas associados à floresta. A subsistência das famílias está relacionada principalmente às roças, aos quintais, à produção de mandioca e a outras atividades de agricultura familiar indígena. Fontes: Governo do Acre – Festival Vete Noke Koî, 28 de julho de 2023
Ver aldeiaShava Vena
A Aldeia Shava Vena integra a Terra Indígena Campinas/Katukina, localizada às margens da BR-364, no município de Cruzeiro do Sul, Acre. É habitada pelo povo Noke Ko’í, também conhecido como Katukina, que preserva sua língua tradicional, seus cantos, pinturas corporais, artesanato, conhecimentos espirituais e práticas culturais relacionadas à floresta. A aldeia destaca-se como espaço de articulação e valorização cultural do território, sediando o tradicional Festival Matxo Noke Koî, além de reuniões e assembleias comunitárias realizadas no Centro Cultural de Convivência Indígena. Também desenvolve atividades produtivas, incluindo o plantio comunitário de mandioca, voltado à segurança alimentar e à geração de renda por meio da produção de farinha e derivados. Fontes: Governo do Acre, 28 de julho de 2023
Ver aldeiaPino Hoshoya
Ver aldeiaPino Hoshoya
A Aldeia Pino Hoshoya é uma das 11 aldeias da Terra Indígena Campinas/Katukina, localizada no município de Cruzeiro do Sul, Acre. A comunidade pertence ao povo Noke Ko’í, também conhecido como Katukina, cuja língua tradicional pertence à família linguística Pano. A aldeia integra o território representado pela Associação Geral do Povo Noke Ko’í da Terra Indígena Campinas – AGPN. Fontes: Associação Geral do Povo Noke Ko’í – Informações Gerais da TI e Governo do Acre, 28 de julho de 2023.
Ver aldeiaManiya
A Aldeia Maniya é uma das 11 aldeias da Terra Indígena Campinas/Katukina, localizada no município de Cruzeiro do Sul, Acre. A comunidade pertence ao povo Noke Ko’í, também conhecido como Katukina, cuja língua tradicional pertence à família linguística Pano. A aldeia integra o território representado pela Associação Geral do Povo Noke Ko’í da Terra Indígena Campinas – AGPN. Fontes: Associação Geral do Povo Noke Ko’í – Informações Gerais da TI e Prefeitura de Cruzeiro do Sul, 1º de agosto de 2023.
Ver aldeiaWaninawa
A Aldeia Waninawa está localizada na Terra Indígena Campinas/Katukina, no município de Cruzeiro do Sul, Acre, às margens da BR-364. É habitada pelo povo Noke Koî, também conhecido como Katukina-Pano, que mantém viva sua língua originária, pertencente à família linguística Pano, além de seus cantos, conhecimentos tradicionais, práticas espirituais e formas próprias de organização comunitária. As famílias desenvolvem atividades de subsistência, como agricultura, pesca, caça e coleta de produtos da floresta. Fonte: Prefeitura de Cruzeiro do Sul: publicada em 1º de agosto de 2023. É a fonte mais recente e confirma a Aldeia Waninawa entre as aldeias da Terra Indígena Campinas/Katukina. Instituto Socioambiental (ISA): verbete atualizado em 2009, com alguns dados demográficos referentes a 2014.
Ver aldeiaSatanawa
A Aldeia Satanawa está localizada na Terra Indígena Campinas/Katukina, às margens da BR-364, aproximadamente no km 66, no município de Cruzeiro do Sul, Acre. É habitada pelo povo Noke Koĩ, também conhecido como Katukina, cuja língua pertence à família linguística Pano. O nome Satanawa está relacionado a uma das divisões clânicas tradicionais dos Noke Koĩ e significa “povo da lontra”. A comunidade mantém práticas culturais como cantos, danças, grafismos, pinturas corporais, artesanato, alimentação tradicional, pajelança e uso de conhecimentos e medicinas da floresta. A aldeia também recebe atividades do Festival Ancestral Vete Noke Koĩ, evento voltado ao fortalecimento da identidade cultural, à celebração da demarcação territorial e ao intercâmbio com visitantes. GOVERNO DO ESTADO DO ACRE. Em Cruzeiro do Sul, 18º Festival Vete Noke Koĩ celebra 39 anos de demarcação da Terra Indígena Katukina. Rio Branco, 28 jul. 2023. ASSOCIAÇÃO GERAL DO POVO NOKE KOĨ DA TERRA INDÍGENA CAMPINAS – AGPN. Quem somos: breve histórico da origem do povo Noke Koĩ. Publicado em 2023; consulta em 22 ago. 2026
Ver aldeiaVari Vena
A Aldeia Vari Vena é uma comunidade do povo Noke Koĩ, localizada na Terra Indígena Campinas/Katukina, no município de Cruzeiro do Sul, Acre. A comunidade mantém vivas a língua Noke Vana, os cantos tradicionais, as práticas espirituais, o uso de plantas medicinais, o artesanato e outros conhecimentos ancestrais associados à floresta. O nome Vari Vena é traduzido como “Novo Sol”, simbolizando esperança, renovação e o início de um novo ciclo. A aldeia também desenvolve iniciativas voltadas ao fortalecimento cultural, à transmissão dos conhecimentos tradicionais às novas gerações e à proteção do território e da biodiversidade amazônica. Fontes: Vari Vena e informações da comunidade Noke Koĩ.
Ver aldeiaVarinawa
A Aldeia Varinawa é uma comunidade do povo Noke Koĩ situada na Terra Indígena Campinas/Katukina, no município de Cruzeiro do Sul, Acre. Localizada às margens da BR-364, a aldeia mantém viva a língua Noke Vana e importantes conhecimentos relacionados aos cantos, às pinturas corporais, ao artesanato, às plantas medicinais e à espiritualidade. Seu nome significa “Povo do Sol”, fazendo referência a um dos grupos de parentesco que compõem o povo Noke Koĩ. A subsistência comunitária está associada à agricultura, à criação de animais, à pesca e ao uso sustentável dos recursos da floresta. Fonte: GOVERNO DO ESTADO DO ACRE. Em Cruzeiro do Sul, 18º Festival Vete Noke Koî celebra 39 anos de demarcação da Terra Indígena Katukina. Agência de Notícias do Acre, 28 jul. 2023. Disponível em: agencia.ac.gov.br. Acesso em: 23 ago. 2026.
Ver aldeiaSamauma/ Shonoya
A Aldeia Samaúma, também denominada Shonoya — nome que pode ter sido registrado como “Ishonoya” —, pertence ao povo Noke Koĩ, conhecido oficialmente como Katukina. Está localizada na Terra Indígena Campinas/Katukina, na região de Cruzeiro do Sul, às margens da BR-364. A comunidade mantém sua língua indígena, pertencente à família linguística Pano, e preserva conhecimentos tradicionais relacionados à espiritualidade, aos cantos, à medicina da floresta e à produção de artesanato. As famílias também desenvolvem atividades de subsistência, como agricultura, pesca e criação de pequenos animais. A proximidade com a rodovia facilita o acesso à cidade e aos serviços públicos, mas também provoca impactos sobre o território, como redução da caça, circulação de pessoas externas e riscos de acidentes. A aldeia destaca-se pela valorização da cultura Noke Koĩ, pela transmissão dos conhecimentos entre gerações e pela participação de mulheres, jovens, professores e lideranças nas iniciativas comunitárias. Fonte: Instituto Socioambiental – ISA. Povos Indígenas no Brasil: Katukina Pano. Informações sobre o povo Noke Koĩ e a localização da Aldeia Samaúma na Terra Indígena Campinas/Katukina. Disponível em: Povos Indígenas no Brasil. Acesso em: 24 ago. 2026;
Ver aldeiaVari Keka (Sub Grupo da aldeia Maniya)
O Subgrupo Vari Keka está vinculado à Aldeia Maniya, na Terra Indígena Campinas/Katukina, em Cruzeiro do Sul, Acre. Formado por três famílias do povo Noke Koĩ, o núcleo não possui cacique ou liderança própria, mantendo sua organização comunitária ligada à aldeia de referência. Fonte: Diagnóstico Participativo de Impactos – Terra Indígena Campinas/Katukina, 16 de outubro de 2025.
Ver aldeiaNossa Equipe
Profissionais comprometidos com a excelência técnica e o impacto socioambiental.

Nazaré Macedo
Engenheira Agrônoma | Doutora em Ciências Florestais
Fundadora e Diretora Técnica da Visão Socioambiental
Maria Neves
Técnica em Agroecologia
Graduação em Gestão Pública e MBA em Gestão do Agronegócio @tecagro.acEntre em Contato
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