Soluções que unemimpacto social e ambiental
Atuamos na construção de estratégias sustentáveis que fortalecem comunidades, instituições e territórios.






Nossa Essência
Conheça os princípios que orientam nosso trabalho e nosso impacto nas comunidades.
Promover a profissionalização empreendedora por meio de técnicas participativas inovadoras, fortalecendo iniciativas que contribuam para a melhoria da qualidade de vida nas comunidades rurais e urbanas.
Ter excelência no atendimento profissional e contínuo, promovendo a troca de conhecimentos e fortalecendo iniciativas socioambientais que contribuam para a melhoria da qualidade de vida nas comunidades rurais e urbanas.
Ética, Inovação, Compromisso, Excelência, Responsabilidade Socioambiental, Competência Técnica, Articulação e Colaboração.
Nossos Serviços
Serviços especializados que fortalecem instituições, territórios e comunidades por meio de metodologias participativas e inovadoras.
Apoiamos organizações na construção de rotinas eficientes e na qualificação de processos estratégicos, de modo a ampliar capacidades e resultados.
- Orientação e elaboração de projetos socioambientais alinhados a editais e demandas específicas
- Facilitação de processos de planejamento para instituições públicas e privadas
- Organização e mobilização de eventos técnicos, institucionais e comunitários
Desenvolvemos soluções técnicas que integram conservação ambiental, produção sustentável e conhecimentos comunitários, fortalecendo práticas territoriais.
- Desenvolvimento de metodologias de ATER adequada a diferentes realidades socioculturais
- Elaboração de Planos de Manejo Integrado de Micro bacias Hidrográficas
- Planejamento e execução de Planos de Recuperação de Nascentes
Qualificamos a comunicação técnica e institucional, garantindo rigor metodológico e clareza nos documentos produzidos.
- Padronização de relatórios, notas técnicas e documentos institucionais
- Adequação de publicações a normas e critérios metodológicos
Nossos Pilares
Os três eixos que sustentam e direcionam toda a nossa atuação técnica.
Territórios e Florestas
Conecta conservação, povos, uso sustentável do solo e atuação territorial, promovendo a integração entre desenvolvimento humano e preservação ambiental.
Água e Sustentabilidade
Dialoga diretamente com micro bacias, nascentes, manejo hídrico e produção sustentável, garantindo a conservação hídrica como pilar do desenvolvimento.
Governança Socioambiental
Traz o diferencial da Visão: planejamento, fortalecimento institucional, assessoria e método para territórios e comunidades.
Nossos Trabalhos
Projetos que demonstram nossa capacidade de transformar desafios socioambientais em resultados concretos para comunidades e instituições.
Diagnóstico Participativo para Tomada de Decisão Territorial
Diagnóstico Socioeconômico das comunidades do Vale do Juruá, Tarauacá (AC), cobrindo ~149 mil hectares com 109 entrevistas em quatro recortes territoriais.
- 109 entrevistas semiestruturadas em quatro recortes territoriais
- Levantamento em áreas dos rios Acuraua, Gregório, Tauari e BR-364
Sistema de Governança Participativa — REDD+ Tauari
Construção de sistema de governança e fortalecimento de colegiados comunitários no Projeto REDD+ Tauari (abril/2023 – maio/2025).
- Estruturação de governança e fortalecimento de colegiados comunitários
- Mobilização e organização de reuniões com planejamento, logística e atas
Fortalecimento Institucional — SEPI/AC
Assessoria técnica especializada à Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas do Acre (SEPI/AC) com apoio do Environmental Defense Fund (EDF), em 2024.
- Suporte técnico para gestão e supervisão de iniciativas para povos indígenas
- Apoio à implementação de PGTAs e orientação técnica para editais
Organização e Mobilização de Eventos
Fortalecimento da governança climática e participação social no Acre, com 133 participantes representando 6 municípios (março–maio/2025).
- 133 participantes de 6 municípios do Acre
- Consultas e oficinas regionais com lideranças indígenas
Planejamento Participativo — SEPI 2025
Consultoria técnica e apoio metodológico ao Planejamento Anual 2025 da SEPI/AC, conduzido de forma participativa em Rio Branco (março/2025).
- Gestão institucional e governança interna com visão integrada entre áreas
- Mapeamento de fluxos de comunicação e identificação de gargalos
Monitoramento Participativo — Gestão Territorial
Oficina de Monitoramento para Termos de Fomento da SEPI/AC, fortalecendo competências técnicas e cultura de monitoramento contínuo (junho/2025).
- Padronização de instrumentos e rotinas de monitoramento e coleta de evidências
- Reforço da atuação intercultural e respeitosa em territórios indígenas
Aldeias Monitoradas
Comunidades indígenas acompanhadas pelo nosso trabalho socioambiental, com registros de território, lideranças e contexto local.
Aldeia Kâpu
A aldeia Kãpu integra o Território Indígena Nukini, localizada no município de Mâncio Lima, no estado do Acre. A aldeia é composta por aproximadamente 23 famílias, cuja organização social está baseada nos vínculos comunitários e nas práticas tradicionais do povo Nukini. A dinâmica local é fortemente relacionada ao uso sustentável dos recursos naturais, com atividades voltadas à agricultura de subsistência, pesca e coleta, além da produção de artesanato. A vida na aldeia mantém estreita relação com o território, refletindo conhecimentos tradicionais associados ao manejo da floresta, à conservação ambiental e à reprodução sociocultural do grupo.
Ver aldeiaAldeia Panã
A Aldeia Panã é uma comunidade indígena localizada na região do Rio Moa, no Acre, sendo um local de encontro para lideranças locais, conforme registrado em redes sociais. A área é marcada por atividades de assembleia, fortalecimento cultural e vivência tradicional, com destaque para a presença do povo Yawanawá na região.
Ver aldeiaTerras Monitoradas
Áreas demarcadas e territórios tradicionais acompanhados pelo nosso trabalho de monitoramento e gestão socioambiental.
TERRA INDÍGENA NUKINÍ
A Terra Indígena Nukini situa-se no estado do Acre, no extremo sudoeste da Amazônia brasileira, no município de Mâncio Lima, em uma região de fronteira internacional com o Peru e a Bolívia. Na porção oeste do estado destaca-se a Serra do Divisor, formação geológica vinculada à serra peruana de Contamana, onde se localiza o ponto de maior altitude do Acre, atingindo aproximadamente 600 metros. A dinâmica hidrográfica regional é estruturada pelas bacias dos rios Juruá e Purus, ambos afluentes da margem direita do rio Solimões. A bacia do Juruá, com aproximadamente 250.000 km², caracteriza-se por uma densa rede de drenagem e elevada sinuosidade de seus cursos d’água, reunindo importantes afluentes em ambas as margens. Nesse contexto, a Terra Indígena Nukini insere-se na margem esquerda do rio Moa, em área de elevada relevância ecológica e forte interdependência entre sistemas fluviais e modos de vida locais. A Terra Indígena Nukini integra um contínuo territorial estratégico de conservação, sendo contígua ao Parque Nacional da Serra do Divisor (PNSD), unidade de conservação criada pelo Decreto nº 97.839, de 16 de junho de 1989, atualmente sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O acesso ao território ocorre predominantemente por via fluvial, com tempo médio de deslocamento estimado entre seis e oito horas, a depender das condições de navegabilidade. Do ponto de vista jurídico administrativo, a Terra Indígena Nukini foi homologada pelo Decreto nº 400, de 24 de dezembro de 1991, com publicação no mesmo mês, e registrada em 1997, abrangendo uma área de 27.264 hectares. A demarcação territorial constituiu um marco fundamental para a garantia dos direitos territoriais e para a proteção dos sistemas socioculturais do povo Nukini, assegurando as bases materiais e simbólicas de sua reprodução social. Referencias CORREIA, Cloude de Souza. Nukini. Povos Indígenas no Brasil. ISA. 2005. Disponível em: HTTPS://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Nukini. Acesso em 05 de dez. 2024. FREITAS, Renata Duarte de Oliveira. Aldeia Isã Vakevu, do povo originário Nukini: um sítio natural sagrado no coração do Juruá. 2024. Tese (Doutorado em Direito, Estado e Constituição) – Universidade de Brasília, Brasília, 2024.
TERRA INDÍGENA PUYANAUWA
A Terra Indígena Puyanawa, também grafada como Poyanawa, localiza-se no município de Mâncio Lima, no estado do Acre. O território foi oficialmente homologado no ano de 2001 e abrange uma área aproximada de 27 mil hectares, sendo habitado pelo povo Puyanawa, pertencente à família linguística Pano. As principais aldeias do território são Barão e Ipiranga. O povo Puyanawa é amplamente reconhecido por seu consistente processo de fortalecimento e revitalização cultural e espiritual, especialmente após um longo período de exploração nos antigos seringais, que impactou significativamente sua língua, organização social e práticas tradicionais. Atualmente, destaca-se pelo resgate de saberes ancestrais, pela reafirmação identitária e pela valorização de suas expressões culturais. Entre as principais iniciativas culturais, destaca-se o Festival Atsá, considerado um dos mais importantes eventos da região. O festival reúne celebrações tradicionais, práticas espirituais e intercâmbio de conhecimentos, fortalecendo a identidade cultural e promovendo a visibilidade do povo Puyanawa. Referências INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL. Terra Indígena Puyanawa. Disponível em: https://ti.socioambiental.org. Acesso em: 25 mar. 2026. FUNDAÇÃO NACIONAL DOS POVOS INDÍGENAS. Terras Indígenas no Brasil. Disponível em: https://www.gov.br/funai. Acesso em: 25 mar. 2026. INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL. Puyanawa. Povos Indígenas no Brasil. Disponível em: https://pib.socioambiental.org. Acesso em: 25 mar. 2026. AGÊNCIA BRASIL. Festival Atsá valoriza cultura do povo Puyanawa no Acre. 2023. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br. Acesso em: 25 mar. 2026.
TERRA INDÍGENA IGARAPÉ DO CAUCHO
A Terra Indígena Igarapé do Caucho, situada no município de Tarauacá, no estado do Acre, possui aproximadamente 12 mil hectares e é habitada pelo povo Huni Kuin (Kaxinawá), pertencente à família linguística Pano (ISA, 2026; IBGE, 2022). Demarcada há cerca de quatro décadas, a TI abriga uma população estimada em aproximadamente 187 famílias, totalizando cerca de 852 pessoas — número que pode variar conforme as fontes e períodos de levantamento (ISA, 2026; IBGE, 2022). Localizada na região do rio Muru, a Terra Indígena Igarapé do Caucho integra o conjunto de territórios tradicionalmente ocupados pelo povo Huni Kuin no Acre, destacando-se pela forte organização sociocultural e pelo protagonismo na gestão de seu território (ISA, 2026). Referências INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL. Terra Indígena Igarapé do Caucho. Disponível em: https://ti.socioambiental.org/pt-br/terras-indigenas/3685. Acesso em: 25 mar. 2026. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Demográfico 2022: Indígenas – primeiros resultados. Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Disponível em: https://www.ibge.gov.br. Acesso em: 25 mar. 2026.
TERRA INDÍGENA COLÔNIA 27
A Terra Indígena Colônia 27, localizada no município de Tarauacá, no estado do Acre, é habitada pelo povo Huni Kuin (Kaxinawá), pertencente à família linguística Pano (ISA, 2026; LAGROU, 2013). A organização social no território é fortalecida pela atuação da OAKAT27 – Organização dos Agricultores Kaxinawá da Terra Indígena Colônia 27, que desempenha papel central na coordenação das atividades produtivas, mobilização comunitária e articulação com parceiros institucionais. Inserida em uma região de influência da BR-364, a Terra Indígena Colônia 27 vivencia dinâmicas territoriais associadas ao acesso, circulação e pressões externas. A Terra Indígena Colônia 27 configura-se, assim, como uma experiência relevante de gestão territorial indígena no Acre, integrando práticas produtivas sustentáveis, organização social e defesa dos modos de vida tradicionais. Referências INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL. Terras Indígenas no Brasil. Disponível em: https://ti.socioambiental.org. Acesso em: 25 mar. 2026. INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL. Huni Kuin (Kaxinawá). Povos Indígenas no Brasil. Disponível em: https://pib.socioambiental.org. Acesso em: 25 mar. 2026. LAGROU, Els. A fluidez da forma: arte, alteridade e agência em uma sociedade amazônica (Kaxinawá, Acre). Rio de Janeiro: Topbooks, 2013.

Uma empresa movida por propósito socioambiental
A Visão Socioambiental atua na área socioambiental por meio de consultoria técnica especializada, oferecendo serviços a profissionais, instituições públicas e organizações privadas.
Nosso propósito é fortalecer competências, aprimorar desempenhos e qualificar práticas técnicas, contribuindo para a melhoria e a efetividade das ações desenvolvidas em contextos urbanos e rurais, com foco na sustentabilidade e na gestão responsável dos territórios.
Nossos eixos de atuação
Nossa Equipe
Profissionais comprometidos com a excelência técnica e o impacto socioambiental.

Nazaré Macedo
Engenheira Agrônoma | Doutora em Ciências Florestais
Fundadora e Diretora Técnica da Visão Socioambiental
Maria Neves
Técnica em Agroecologia
Graduação em Gestão Pública e MBA em Gestão do Agronegócio @tecagro.ac
Manoel Junior
Especialista em História Cultural do Brasil
Graduado em História
Paulo Brana
Engenheiro Agrônomo
Mestre em Produção Vegetal